terça-feira, 19 de outubro de 2010

A maça podre tem nome

Finalmente chegamos - Grupo das Cobras - a um momento em que se acabaram muitos dos enigmas passados. Por dentro, já todos percebemos e identificamos quem não presta, quem o carácter é azedo e cínico, quem não se interessa pelo que é certo e errado nem pelos outros. Consequentemente, uma vez que a podridão é tão grande, até por fora já identificaram o mesmo, aliás, não é difícil que tal aconteça. Mas, por alguns momentos - espero que breves, vou-me deixar de subterfúgios e vou falar como Sandro Chelinho. Então, aqui vai a minha verdade que se tem revelado uma novela em vida real: um individuo de nome Melo, auto-intitulado o sr. importante, vinha-se revelando como nunca antes, embora já fosse uma "peça conhecida". Após ter assumido um compromisso com um grupo de pessoas, cumpre-o parcialmente, ou seja, usufruindo de um bom banho, não pagando nem sequer cumprindo o dito compromisso nem que fosse a passo lento. Porém, o mesmo acha isto normal e nós é que somos os chatos (2,5 euros de imoralidade). Um novo episódio: mais uma ida à praia, muito calor, muita água (vários litros), infelizmente, uma parte desses litros pertencia a esta personagem retirada de uma história sem dúvida perturbadora... esta parte desapareceu e sem dúvida que a personagem tem razão no que há posse diz respeito, mas onde está a moral, o bom senso? Pois, o restante liquido denominado H2O enojava-lhe, pelo menos segundo o mesmo, ou para ser mais exacto, não gostava de enfiar a boca no gargalo por onde nós, o pseudo-grupo de amigos já tínhamos bebido. Mas eu realmente já tinha reparado, por conversas anteriores a dificuldade dele em partilhar o que quer que seja. Sem contar com o episódio do restaurante, no jantar do Grupo das Cobras, onde o mesmo abandonou por breves momentos, infelizmente, o grupo. Mas mais uma vez nessa noite ficou demonstrado o quão calculista esta personagem é, uma vez que, por um momento de magia ele re-aparece calado, mas sempre alerta tal e qual um guarda prisional, pois a "prisioneira" andava à solta e na companhia da conspiração. Finalmente, mais um episódio concreto (outros informais foram revelando/desmascarando a personagem) que resultou nestes reais combates psicológicos e indirectos, quase semelhantes à guerra fria. Com efeito, este envolve o sexo oposto e que mais uma vez por azar estava relacionada com a personagem, era na altura a sua ex-namorada, uma vez que cada um deveria ter aquilo que merece, estão novamente juntos. Não vos vou começar a mentir agora, eu realmente tive uma atracção - como outras, lembrem-se da minha "Gaby" (passado recente) - por esta mulher que eu caracterizo agora de psicologicamente muito vulnerável, a roçar o ridículo de tão fraca. Não por estar novamente junto com a personagem, mas antes por estar junto com quem a difamou e menosprezou com um conjunto de comportamentos. Certamente vi coisas onde elas não existiram, mea culpa, mas a "carraça" não facilitou, muito pelo contrário. Em suma, não vou ser hipócrita e cínico a tal ponto de dizer que não tenho raiva por isto, que isto não tem influenciado as minhas atitudes perante a personagem, mas a podridão de tal pessoa com quem eu tive a infelicidade de me cruzar iria ser evidente de qualquer das maneiras, como já disse anteriormente, isto é e foi observado por dentro e por fora. Acham que tal individuo merece algum respeito? Não, e sejam quais forem as consequências desta minha publicação, não vão magoar mais do que já magoaram, mas estou mais do que preparado para o futuro, sejam as consequências psíquicas ou físicas.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ninfomania! O que fazer?

Olá jovens venenosos, aqui vai mais um artigo daqueles que vocês sabem, ou seja, a "espingardar" para todos os lados, cheio de veneno e para quem nem as carapuças de camurça e seda irão adiantar. Apesar deste inicio pseudo-romântico a fugir para o poético sombrio, peço desculpa desde já por isso, mas não vi maneira melhor para introduzir! Há momentos na vida de um homem e mulher no pleno da sua juventude que são descritos de inesquecíveis, horríveis, etc. Porém, existem coisas que não lembram ao Diabo... as 'gulosas' apesar de gulosas não mordem, o máximo que poderá acontecer é uma "esfoladela" num sitio indesejado, mas isso é coisa que se resolve facilmente com um tempo de paragem de um ou dois dias. No entanto, o que para muitos é o que um homem e mulher querem, para outros é uma coisa estranha e isto acontece pela frieza e falta de emotividade no contacto com as outras pessoas. Não perceberam? É normal, nesta fase das nossas vidas não percebermos algumas coisas, alguns recados, o anormal é fazermos que não percebemos nem ouvimos ou vemos. E no final, os "anormais" acabam sempre a chorar com algo na mão a suplicar por carinho, receptividade e por selvajaria.